Depressão Pós Parto

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Anónimo

Desde criança que sempre gostei de bebés. Ao crescer senti que a minha maior vocação na vida seria ser mãe. Levei uma vida normal, estudei, formei-me, arranjei emprego, tinha uma relação estável, casei e tive o meu primeiro filho. Foi das melhores sensações do mundo.

Durante a primeira semana pouco descansei, as constantes cólicas do meu filho tiravam-me noites de sono. Os tempos seguintes também não foram fáceis, já que o meu marido pouco ou nada ajudava, além de que raramente estava em casa, chegava tarde e só queria comer, tomar um bom banho e dormir. Sentia-me sozinha e depressa desenvolvi um sentimento de posse para com o meu filho. Aos poucos fui mudando e desenvolvi uma relação controversa com o bebé.

Tão depressa o queria sempre comigo, como já o estava a evitar. Não estava bem e tinha consciência disso, mas deixei arrastar a situação. Tornei-me uma pessoa amarga e fria. Passava os dias a chorar perdidamente, sem saber bem porquê. Percebi que estava com uma depressão pós-parto e decidi entrar em tratamento, precisava de me salvar.

Neste centro de tratamento ganhei ferramentas para lidar comigo e com a vida.

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